Desumano decreto presidencial engana o povo com medidas opressivas e ditatoriais
Bem ao estilo soviético, Lula mostrou todas as suas unhas vermelhas, dos pés e das mãos.
Seu decreto presidencial de “direitos humanos” (Decreto 7037, de 21/12/2009, 3º Plano Nacional de Direitos Humanos), pretensamente feito com a aprovação e consenso do povo, viola os mais importantes direitos dos cidadãos brasileiros, dando para o mal a capa de “direitos humanos” e despindo a maior parte da população de seus legítimos direitos.
É óbvio que toda essa conversa “do povo” e “para o povo” era na verdade apenas a dissimulação da própria arbitrariedade estatal. O Estado podia livremente violar direitos sob a desculpa de estar agindo “nos melhores interesses do povo”.
Os comunistas soviéticos cometeram horrendos genocídios — tudo em nome dos melhores interesses do povo. Hoje, a sede de sangue e de aniquilação moral e ética vira, no decreto de Lula, defesa dos “direitos humanos”: aprovar o aborto, legitimar a prostituição, legitimar como “casamento” a conjunção carnal de dois homens moralmente pervertidos, legitimar como “cultura” a imposição das religiões afro-brasileiras nas escolas, deslegitimar e condenar os símbolos cristãos em estabelecimentos federais, canonizar terroristas comunistas, etc.
Se o decreto vermelho e moralmente invertido de Lula prevalecer, todos terão “direitos humanos” no Brasil, até “ratazanas”. Todos, menos os inocentes. Seu decreto na verdade decreta a extinção da moral, da ética, da propriedade privada, da liberdade de expressão e, com a aprovação do “casamento” gay, da liberdade religiosa.
O decreto de Lula estabelece várias medidas recheadas de malícia ideológica no mais elegante estilo soviético de distorção das palavras e da realidade, apresentando como “direitos humanos” as seguintes aberrações:
* O controle da imprensa e da internet.
* O banimento de símbolos cristãos nos estabelecimentos públicos.
* A promoção das religiões afro-brasileiras como “cultura” dos descendentes dos escravos trazidos da África.
* A descriminalização do aborto.
* A legitimação do “casamento” gay e de adoção de crianças por esses “casais”.
Nada disso se parece, nem de longe, com direitos humanos para uma mente minimamente normal. Mas quando os anormais estão no poder, o que se pode esperar?
Li hoje que, na classificação da Missão Portas Abertas, o país que mais persegue e mata cristãos no mundo é a Coréia do Norte. Em segundo lugar está o Irã — o mesmo Irã cujo presidente odiador de Israel mantém amizade com Lula.
Lula se lembrou alguma vez de mencionar para Mahmoud Ahmadinejad que matar cristãos é violar direitos humanos? Lula se lembrou de fazer um justo decreto presidencial condenando Ahmadinejad e seu governo por crimes e abusos de legítimos direitos humanos contra os cristãos do Irã?
Essa é a essência da ética de Lula e seu governo, que usam e abusam do termo “direitos humanos” para defender e homenagear até terroristas comunistas, inclusive roubando dinheiro do povo brasileiro para escandalosas e injustíssimas indenizações. E o decreto presidencial dele ordena a transformação desses criminosos em heróis. E adivinhe quem vai ser rebaixado e humilhado para a categoria de criminoso e “violador de direitos humanos”? Não, não vai ser Ahmadinejad.
Para Ahmadinejad, Lula e seu desgoverno demonstram carinho, respeito, consideração, etc. Para os inimigos da arbitrariedade estatal travestida de “direitos humanos”, o peso da “justiça” dos tribunais “do povo” ou dos “direitos humanos” — tanto faz. Os iminentes tribunais anti-“homofobia” darão amplas demonstrações dessa arbitrariedade.
Lula já decidiu: os cadáveres mutilados e estuprados dos cristãos torturados e massacrados no Irã não têm valor nenhum para a sua ambiciosa agenda ideológica. Não haverá pois nenhum decreto presidencial em defesa dessas ou outras reais vítimas de violações de direitos humanos.
A esquerda malvada continuará aplaudindo e apoiando Lula com Ahmadinejad, Fidel Castro, Hugo Chavez e outros autênticos violadores de direitos humanos. E continuará aplaudindo seu decreto presidencial, que garantiu um Natal vermelho — uma vermelhidão tenebrosa que, se não houver resistência e luta, estenderá suas nefastas conseqüências por muito tempo. O feriado do Natal passou, mas ainda estamos engasgados e passando mal com o decreto do mais puro e imoral néctar soviético.
Como sempre, o povo espera, de mãos estendidas, presentes e favores do governo, com a ilusão de que o governo é a fonte de todas as soluções. Mas o governo brasileiro não é papai-noel. E mesmo que fosse, seria também ficção, não realidade. A única realidade inegável é que os imensos problemas éticos e morais que o Brasil está enfrentando têm como maior causa o próprio governo. O decreto de Lula é a prova mais viva do que um mau governo pode fazer contra seu próprio povo, em nome do próprio povo!
Contudo, há esperança: o povo que elegeu essa vermelhidão tem sempre o direito democrático de derrubá-la.
Fonte: http://www.juliosevero.com/
Comentário: informações divulgadas pelo governo dão conta de que os artigos referentes a descriminização do aborto e da mudança da conhecida como "Lei da Anistia" presentes no PNDH 3 apresentados neste post foram modificados em um novo texto, assinado pelo presidente Lula nesta quarta-feira (13/01) pois a forma que se apresentam no projeto não é compatível com a ideologia do governo, porém as que dizem respeito a "censura" da imprensa e outros pontos significativos foram mantidos. Embora Lula queira manifestar em público que é contrário a descriminização do aborto no país, todos somos conhecedores de que o PT a apóia nas comissões parlamentares que tem tentado aprova-la como lei no Congresso Nacional. Expresso aqui minha indignação como cidadão, eleitor, radialista e acima de tudo como cristão comprometido e convicto de que de direitos humanos esse novo projeto nada tem.

Decreto sobre Direitos Humanos do Governo Federal,Um desabafo.
ResponderExcluirA imprensa e a midia está vociferando contra o decreto porque este abala seu poder.
Um dos itens do decreto diz:
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'Elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações.'
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É natural que quem esteja no poder nao queira sair de la. Assim como quem tem o poder da midia sobre a opiniao publica tambem nao queira perde-lo ou diminuir tal poder.
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Quantos ditadores resolveram permanecer no poder depois de experimenta-lo? Com os "donos da midia" tambem nao deve ser diferente, ninguem gosta de perder poder.
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Hitler sabia bem da forca da propaganda da midia sobre a populacao em geral ao instituir o seu "ministerio da propaganda",pois a opiniao publica é facilmente manipulavel, e quem tem o controle da midia, da formacao da opiniao publica, pode tambem mudar o destino de um pais.
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Foi o que aconteceu na eleicao de Collor aa presidencia quando disputava a presidencia da republica contra Lula, e às vesperas da eleicao uma certa emissora
manipulou os momentos do debate mudando talvez de forma definitiva o destino das eleicoes presidenciais e do país.
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O que é interessante observar é que o governo -eleito democraticamente - deveria ser o representante natural do povo, e portanto, nada mais natural que o governo verificasse o que alguns orgaos da midia estao patrocinando.
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A sociedade (representada pelo governo) deveria permitir que "meia duzia" de empresas que mantem o oligopolio dos meios de comunicacao "pintem e bordem" com a opiniao publica? impondo seus pontos de vistas particulares a milhoes de ouvintes, muitos dos quais menores de idade e sem um pingo de instruçao?
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Os detentores do poder da midia alegam que o governo esta tentando inibir a democracia como se alguem da populacao tivesse realmente o direito de ir a um "Jornal" televisivo de grande audiencia e expor sua opiniao!!! A Opiniao dos donos da imprensa nao é a opiniao do povo. Essa alegada democracia nao existe!
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Se a midia quer uma democracia verdadeira deveria abrir seu espaco editorial para que QUALQUER PESSOA do publico em geral pudesse expor seus pontos de vistas,
ou entao que o proprio governo ( REPRESENTANTE OFICIAL DA POPULACAO ) expusesse seus pontos de vistas em seu horario nobre, isso sim seria uma verdadeira democracia de opiniao publica e nao vociferar que "meia duzia" de empresas tenham o direito de comandar a opiniao publica a seu bel-prazer como se isso fosse uma democracia de opiniao.
O que ocorre na verdade eh que atualmente existe um CARTEL ELITISTA E DITATORIAL da midia que invoca justamente o "anti-democratismo" do decreto
para tentar manter seu poder ditatorial elitista de manipulacao da midia.
Se a midia fosse realmente democratica cederia seu espaco publico de grande audiencia para quem representa o povo:
O governo eleito democraticamente.
olha cara, eu acho que essa tua coluna ta muito equivocada, esperava algo mais neutro! quem mal tem em promover a religião africana como cultura? só porque não é cristã não é digna? e por que não pode haver casamento homossexual? e o que aconteceu com a liberdade sexual? hein? ta muito equivocado meu irmão, você ta querendo muito ser do contra. e quanto a questão de simbolos religiosos em repartições publicas, você ao menos devia saber que o governo tem que ser neutro em questões religiosas e não professar e nem apoia, ou privilegiar nenhuma religião. pelo amor de deus, esperava mais de você
ResponderExcluirJocax,
ResponderExcluirO PNDH 3 é um documento que ganhou status de decreto constitucional após assinatura do presidente da República dentro de um processo que, em primeiro lugar, por si só manifestou-se intempestivo. Como você provavelmente deve saber como um grande defensor do documento, de acordo com o próprio Lula, o secretário de Direitos Humanos o procurou para assinatura do decreto em uma situação não recomendável pois um documento dessa magnitude merecia maior cuidado na sua análise antes de ser sancionado – Lula assinou sem ler o documento. O documento em si em sua forma original, de acordo com o próprio presidente, não representava seu pensamento, que por exemplo, se diz “pessoalmente” contra a descriminização do aborto (embora a questão seja defendida abertamente pelo partido e pelo ministro da saúde José Temporão) e por isso prefere que essa questão seja debatida pelo Congresso nacional. Assim, como disse o governador José Serra ao ser questionado sobre o assunto, o atual governo se apresenta de forma bastante “confusa”. Como é possível a instauração de um processo de ajuste de interesses dentro de um governo que possui posições indefinidas? Esse fator por si só manifesta o atual estágio de um governo, que aparentemente não tem controle sobre a manifestação de seus próprios interesses, e aponta a fragilidade do sistema – e automaticamente apresenta o perigo que toda a nação pode correr.
Em segundo lugar, referindo-se a questão do controle da mídia pelo PNDH 3 apontado por você, é preciso levar em consideração que: a) trata-se de um vasto discurso político, como uma carta de boas intenções, que tenta passar uma idéia de mídia livre de acordo com a ideologia do governo, e não da maioria dos cidadãos brasileiros, e por isso antidemocrático – por si só mostra suas “garras” e desejo de controle; b) a assistência aos direitos humanos é uma característica da democracia, e já é praticada de acordo com a constituição pela mídia sem a tutela do estado; c) as restrições a liberdade de expressão são antidemocráticas e flagrantemente inconstitucionais e por isso devem ser extirpadas dos propósitos e pensamentos dos interessados em controlar seu conteúdo; d) o controle da informação é uma das características de governos antidemocráticos e ditatoriais, como o de Hitler, que você citou em seu comentário; e) o direito e a liberdade de expressão é um direito garantido pela constituição e não pode ser tutelado por comissões ou instituições governamentais sob o risco de se colocar toda a sociedade refém de interesses ilegítimos; e f) o que o PNDH 3 propôe na prática é a criação de meios e formas para controlar definitivamente a informação no Brasil – o que não é novo – aconteceu no governo de Getúlio Vargas e foi devastador durante o negro período da ditadura militar no Brasil.
Desta forma, concluo expressando que mantenho minha opinião contrária a diversos pontos presentes no decreto assinado pelo presidente da república – entre eles o de controle da informação – trata-se de um projeto que nada tem de direitos humanos, e sim de cerceamento da liberdade de expressão, dentre outras apontadas no texto de Júlio Severo nesta postagem, o qual também, reafirmo, expressa também minha opinião sobre o tema.
KazZ,
ResponderExcluirComeço minha resposta as indagações de seu comentário reafirmando meu compromisso como blogueiro e expondo meus objetivos na manutenção deste espaço na internet: meu comromisso é com a verdade.
Meu propósito e comentar por aqui diversos assuntos expondo minha opinião sobre eles dentro de um ponto de vista que tem por contexto a cosmovisão cristã. Tendo a verdade como compromisso na exposição de minhas idéias, sei que não terei a façanha de ter ao meu lado todas as pessoas que por aqui passarem, pois sei que a verdade para muitos deles não passa de uma idéia vazia e relativa que geralmente se atrela as suas próprias conveniências quando assim desejam.
Em relação as suas indagações, o reflexo das contradições do PNDH 3 assinado pelo presidente Lula se manifestam de forma muito clara também em suas considerações: a falta de lógica de raciocínio leva a contradição de idéias.
Por exemplo, em relação a proposição da retirada de símbolos religiosos das repartições públicas e a valorização de religiãos africanas como elemento cultural a ser difundido livremente no país defrendido pelo projeto e “comprado” por você, gostaria de fazer as seguintes observações:
1) O PNDH 3 de acordo com a ideologia do governo, apresenta a retirada de símbolos religiosos como resultado de uma interpretação do princípio de estado laico, no entanto se contradiz em sua totalidade ao valorizar religiões africanas como legado cultural. Ora, não é a religião cristã e seus símbolos em nosso país um vasto legado cultural? Porque reconhecer e valorizar outras religiões como legado em detrimento do nosso próprio legado? Você apresenta a tese de que o governo não pode apoiar, privilegiar nem professar uma religião específica como motivo para retirada de tais símbolos, mas o que ele está fazendo em reconhecer as outras religiões africanas? Está apoiando uma religião em detrimento das outras, as do próprio país, as que fazem parte de seu próprio legado cultural! Isso por si só manifesta-se como um ultraje a liberdade religiosa e de expressão e apresenta-se como antidemocrática. Para informação sua e de todos a quem possa interessar, a liberdade religiosa já é prevista e amparada pela nossa constituição, o que por si só torna o decreto desnecessário para a atuação forte da defesa dos direitos dos cidadãos de qualquer religião ou cultura em nosso país. É preciso também levar em consideração que em diversos países onde projetos semelhantes foram sancionados, a retirada de símbolos religiosos foi apenas o pontapé inicial de um processo que se transformou em um verdadeiro tratado de cerceamento da liberdade e de perseguição religiosa que acabou por derramar sangue e causar tragédias. Um projeto que se preze pelos direitos humanos deveria acima de qualquer coisa defender a liberdade, e não cercea-la. (continua)
Continuação resposta a KazZ:
ResponderExcluir2) Em relação as suas colocações a respeito da liberdade sexual, é preciso salientar que hoje em nosso país virou moda a defesa de homossexuais e assemelhados sob o pretexto da defesa dos mesmos do preconceito e da homofobia. Particularmente nada tenho contra as opções dos individuaos e reconheço que o cristianismo puro e simples também não é uma religião preconceituosa, mas que apresentam verdades de vida, sejam no campo sexual ou qualquer outro. No entanto, vejo que nosso país está sob júdice de uma ditadura silenciosa da minoria sobre a maioria – somos majoritariamente constituídos de cidadãos heterossexuais – mas não vemos ninguém lutando pela causa da heterossexualidade, enquanto somos vitimados pela heterofobia de um pequeno grupo que acredita ser maioria. Além disso, a constituição brasileira já prevê e assegura o direito e liberdade de expressão dos indivíduos, no entanto o que vemos no Congresso Nacional e agora através do PNDH 3 é o sucumbir de uma nação igualitária de direitos e deveres homogêneos a uma ditadura sexual que propõe, dentre outras coisas, o cerceamento de pensamentos contrários. Pergunto: isso é democracia? Se os homossexuais tem direito inclusive a livre expressão de sua opção, porque então não se apresenta no mesmo projeto uma proposta igualitária aos demais posicionamentos e opçãos da população como um todo? Mais uma contradição presente em um documento que se apresenta como uma bonitinha carta de boas intenções, mas que no âmago nada tem de direitos humanos.
Para concluir, gostaria de deixar claro que se você esperava mais de mim, provavelmente continuara esperando, o que não garanto é que chegará a um momento satisfatório, pelo menos se continuar esperando uma mudança de posição que venha ao encontro de sua opinião expressa em seu comentário.
O texto desta postagem escrito por Júlio Severo foi aqui publicado porque de fato compartilho a mesma opinião sobre o polêmico PNDH 3, e que faço questão de expressar respondendo de forma respeitosa as suas indagações. Uma posição pessoal deve ser tomada por cada indivíduo, mas não farei isso apenas para me parecer “bonzinho” ou “politicamente correto” para agradar a todos. Comunico-lhe ainda que não sou “do contra”, mas isso não significa também que sou do “a favor” de projetos como o PNDH 3, a final não desejo que a nossa livre democracia de estado de direito venha a se transformar num totalitário regime ditatorial sob pretexto de direitos humanos que, expresso em documentos e decretos como o PNDH 3 nada tem de direito, e muito menos de humano.
Sidney parece que vc nao entendeu meu texto. Eu disse que NAO eh democratico que apenas uma ultra-infima parcela da populacao ( os donos das empresas de midia ) possam expor suas opinioes particulares em rede de TV para quase 200 milhoes de pessoas e dizer que isso eh democracia !!
ResponderExcluirDemocracia eh permitir que o POVO possa expor suas opinioes. Nao eh pq se eh dono da misia que se pode dizer o que quiser e impor sua opiniao pessoal. Por isso eu acho que eh um grande CINISMO dizer que um controle da populacao representada pelo governo democratio seja censura !! censura eh nao permitir que a voz do povo seja ouvida e manifeste sua opiniao. INDEPENDENTEMENTE DE QUAIS SEJAM ESTAS OPINIOES.
Jocax,
ResponderExcluirAcredito que tenha entendido sim suas ponderações.
Se a totalidade das idéias apresentadas pela mídia são ou não resultado da opinião de quase duzentos milhões de brasileiros que somos, essa não era a idéia do debate que propus ao publicar o texto de Júlio Severo por aqui, e muito menos a idéia do governo ao propor o controle da mídia através da criação de uma comissão governamental especial autorizada pelo decreto presidencial assinado pelo presidente da república ao endossar o texto integral do Programa Nacional de Direitos Humanos – o PNDH 3.
O papel social da mídia no Brasil e em qualquer lugar do mundo onde se preze pela liberdade de expressão e informação é informar e prestar serviço a população, contribuindo assim com ações que melhorem a qualidade de vida do cidadão. Se há falhas na distribuição da outorga para funcionamento de empresas de comunicação levando-as a estar sobre o controle de uma pequena elite, e se de alguma forma alguma empresa de comunicação não tem cumprido seu papel social e de informação, as falhas estão no próprio governo em não praticar as proposições que a própria constituição já tem estabelecido para a manutenção das outorgas de funcionamento e autorização, o que maneira alguma justifica a criação de meios de controle do conteúdo editorial.
A constituição em sua essência e forma atual é clara em apontar os propósitos e deveres da mídia em nosso país, prevendo punições aos que desrespeitarem seu conteúdo. Assim, a criação de meios e formas de controle em sua essência são desnecessários, manifestam-se como reflexo de interesses escusos e que podem se tornar até mesmo ilegítimos, e acima de tudo inconstitucionais.
Eh obvio que se os editoriais prevem de um grupo ou de um dono do meio , ou nao importa de onde mas que seja veiculado em um meio de comunicacao de massa cujos editoriais INCITAM , por exemplo ao racismo, E/OU AO NAZISMO e ou a PEDOFILIA e ou ao FACISMO e ou etc etc etc
ResponderExcluirEntao vc AINDA vai dizer que eh democratico que ele exponha sua opiniao editorial para a massa?
NAO estamos num regime ANARQUICO e portanto todos tem uma responsabilidade social e a LEGALIZACAO deste controle esta exatamente na possibilidade de haver INSTRUMENTOS LEGAIS para o controle destes editoriais.
Vc vai dizer: "AH mas vc exagerou !"
Mas ai eh que esta o controle permite saber o que eh ou nao exagero da vaiculacao de opinioes pessoais para a grande massa em prejuizo de muitos ( ou alguns ).
Se a constituicao ja OUTORGA este porder aos orgaos competentes (governo) entao esta norma nao ira afetar mais do que ja eh direito estabelecido e a chadeira nao teria motivo. Se nao cobtempla deveria contemplar. Ou vc eh favor que meios de comunicacao em massa promovam o que bem entenderem sem NENHUM controle da sociedade?
Jocax,
ResponderExcluirA questão em discussão gira em torno da criação de meios e formas de controle da mídia pelo governo sob pretexto de garantir e protejer os direitos que cada cidadão possui, enquanto que o que a constituição garante não é o controle da midia, mas sim a seguridade dos direitos dos cidadãos.Controle da mídia não é nada mais do que o reflexo de interesses escusos, e é uma das principais características de governos autoritários.
Assim sendo, qualquer outra proposição que se coloque acima da constituição não tem seu amparo, enquanto que o que já é previsto na constituição, quando repetido em outros aspectos (como nesse caso) se configura como desnecessário. Se hoje os editoriais de uma empresa de comunicação desrespeitarem os direitos humanos, o cidadão já tem sua causa amparada pela constituição, que prevê rígidas sanções aos que a desrespeitarem.