7.1.08

A Decadência da Estrela




Britney Spears: De evangélica e ícone de pureza a simbolo de promiscuidade



Em 2003, Britney participava de um grande show da MTV, o grandioso Video Music Awards, quando subitamente causou um escândalo que chocou os norte-americanos presentes ao evento e aos telespectadores: Britney aproxima-se de Madonna e beija-lhe na boca.

No outro dia, todos os jornais do mundo traziam a imagem do beijo, comentando o fato com muita apreensão. Interessante: este ato ou atitude tem se tornado tão normal no mundo ocidental, e porque então toda esta repercussão em torno de um beijo entre duas estrelas da música contemporânea???


O motivo é o seguinte: Britney Spears era considerada como um ícone da abstinência sexual.

Evangélica desde o berço, filha de pais Batistas, Britney era uma evangélica praticante, e levava muito a sério suas convicções religiosas. Fazia parte de grupos de louvores da igreja a qual pertencia, e em seus shows fazia questão de afirmar sempre que era virgem, e que assim permaneceria até contrair um matrimônio, e firme em suas convicções estimulava seus fãs a viverem essa mesma experiência de pureza, fato que levou o Governo Bush a cogitar a criação de uma campanha contra AIDS/DSTs utilizando-se da imagem da estrela do pop, com a finalidade de mostrar que a arma mais eficaz contra a AIDS e outras DSTs é a abstinência sexual de jovens solteiros.


Mais, a estrela acabou caindo. Antes que a campanha cogitada pela Casa Branca aparecesse de fato, Britney começou a causar escândalo. Assediada por tabloides americanos, sua mãe Lyyne Spears revelou sua tristeza em relação a mudança de comportamento de sua filha. Ela contou que derrepente Britney afastou-se da igreja a que pertencia, deixou o grupo de louvores, e passou a dedicar sua vida apenas aos seus shows. Passou a cultivar amizades com pessoas estranhas e de costumes estranhos, suas músicas tiveram uma tranformação de tom e enfoque radical, contando com diretores de filmes pornôs em seus clipes musicais, passou a afirmar que suas ideias estavam em franca transformação em relação a castidade como defendia no passado, e por fim passou a dividir o mesmo teto com um vocalista de um a banda norte-americana, com o qual passou a relacionar-se intimamente. E tudo isso para tentar levantar a venda de seus CDs, que após seus comentários acerca da virgindade até ao casamento começaram a cair.


Na primeira semana deste ano, Britney esteve envolvida em outros escandalos que acabaram sendo divulgados em toda a mídia a nível mundial. Entre eles, confira o que traziam os sites e jornais:



>Britney "rapa" sua cabeça e causa admiração de seus fãs.



>Escândalo: Britney perde guarda e direito de visitar filhos



>The Sun, sábado, dia 5/1:Britney Spears já chegou a tomar drogas dadas para cavalos, na tentativa de emagrecer. O chamado clenbuterol é uma substância dada aos animais para que eles respirem melhor e tonifiquem seus músculos.

Britney começa a tomar a drogas depois que seu casamento terminou, achando que poderia recuperar a boa forma que tinha antes de dar à luz seus filhos. Essa droga faz as pessoas se comportarem de maneira histérica. (Britney teria reagido de maneira desrespeitosa com policiais, que ao encaminharem-a a um hospital também agiu desrespeitosamente com funcionários do mesmo, uma possivel consequencia do uso da droga).
O The Sun diz ainda, citando fontes, que Britney já consumiu drogas como anfetaminas e ecstasy. Além de, é claro, boas doses de vodca.

>Britney Spears ameaçou suicidar-se
Britney ameaçou repetidamente querer matar-se quando a polícia entrou em sua casa para lhe retirar os filhos.

A cantora disse querer suicidar-se várias vezes, em frente às duas crianças, depois de não as ter querido entregar ao pai Kevin Federline, como estava inicialmente estabelecido. Britney chegou a fechar-se na casa de banho com Jayden James, de apenas um ano.
Depois, Britney tentou falar com o ex- marido mas o advogado Mark Kaplan não permitiu. «Ela disse ao advogado que queria resolver tudo cara-a-cara com Kevin Federline mas o advogado recusou, o que fez com que a Britney gritasse com ele», disse um agente que esteve no local.

Britney terá inclusivamente oferecido 100 mil dólares por dia a Federline para garantir a custódia das crianças. A cantora prontificou-se também a dar 100 milhões de dólares ao ex-marido se este desaparecesse definitivamente da vida dos filhos.


A cada dia infelizmente, a moça esta se afundando em um lamaçal cada vez mais profundo.


A bíblia é bem clara, e afirma que o futuro de pessoas que abandonam a verdade por causas banais é triste e desesperador. Ela neste momento esta vivenciando esta realidade.


A pergunta que fica é a seguinte: Até onde ela vai descer?



17.12.07

"Pastor" evangélico faz interpretação equivocada de texto bíblico para apoiar comportamento polígâmico

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Fonte: www.globo.com/fantastico

Você vai ler agora uma história muito estranha. Ela envolve um homem que se diz pastor evangélico, a vizinha dele e o marido da vizinha. (Se desejar, veja o vídeo da reportagem exibida no Fantastico clicando no título desta postagem).

A casa no bairro de Vila Nova de Colares, na cidade de Serra Grande, em Vitória, virou o centro das atenções. É onde mora um pedreiro que também se diz pastor. A vizinhança desconfia.

“Que é esquisito, é”, diz um morador da cidade.
“Ouvi falar que existia isso, que pastor tem direito a essas coisas”, comenta uma vizinha.

Essas coisas significam casos extraconjugais. O pedreiro-pastor é Justino de Oliveira, de 50 anos. E foi na bíblia que o pastor viu que poderia ter outras mulheres.

“Eu gostaria de ter alguém que mostrasse biblicamente onde foi proibido um homem ter mais de uma mulher”, desafia o pedreiro-pastor.

Pouca gente freqüenta os cultos do pedreiro, que apresenta como pastor. Umas 12 pessoas, nas contas dele mesmo. E foi na convivência com os fiéis que Justino se viu envolvido em mais um caso extraconjugal. Aconteceu depois que uma mulher que mora na vizinhança contou a ele uns sonhos que vinha tendo.

Na casa dela, a música evangélica pode ser ouvida de longe.
A mulher tem quatro filhos, casada. Disse que sonhou que teria filhos com o pastor. Uma revelação, segundo ela!
“Deus me levou a fazer isso, não teve pra onde eu correr”, afirma ela.
O marido também conversou com o pastor. Aceitou. E aceitou!
“Eu pensei comigo que se fosse da vontade de Deus, seria feito”, diz o marido.
“Entramos em oração, pedindo a Deus misericórdia, e foi uma das coisas mais difíceis da minha vida tomar essa decisão de pegar uma mulher com marido”, admite Justino, o dito pastor evangélico.

O pastor também é casado. Como explicar? A bíblia. Oséias, capítulo 3.
“Esse profeta, um homem como nós, diz assim: ‘Deus mandou tomar uma mulher e adulterar”.
Mas é a palavra adulterar ou a palavra adúltera? ‘Receba essa mulher que foi adúltera?
“Não. Aqui está dizendo ‘Vai outra vez, ama uma mulher, amada de seus amigo, e adúltera, como o Senhor ama os filhos de Israel, embora eles olhem para outros deuses e amem os bolos de uvas’”
A palavra tem acento, ou seja, uma interpretação equivocada. É um grande equívoco, na opinião do pastor da Igreja Batista de Vitória, Francisco Mecenas. O capítulo de Oséias fala de perdão a uma mulher adúltera. A Bíblia também é clara em relação às obrigações de um pastor.
“’A conduta de um pastor ou um bispo deve ser irrepreensível e deve ser marido de uma só mulher’. Isso é a palavra de Deus. A necessidade do povo comum é conhecer a palavra de Deus para não ser enganado por qualquer pessoa que se levante com um livro preto na mão, com a Bíblia, ou qualquer outro livro, levando as pessoas a errar”, alerta Francisco Macenas.

>> A matéria que você acaba de ler foi veículada domingo, dia 16 de dezembro de 2007 pelo Fantástico, na Rede Globo. Ela simplesmente demonstra a falta de maturidade, conhecimento e entendimento das sagradas escrituras pelas pessoas, levando-as a criar dogmas e/ou doutrinas de homens e de demônios para enganar os incautos.
Gostaria de comentar com base nesta reportagem alguns fatos:

1- Se esse cidadão de fato é pastor, pergunto: Como alguem sem o minimo conhecimento de questões ligadas a fé cristã pode ser separado ao ministério pastoral?

2- Se de fato aquela senhora teve uma "revelação", a mesma deveria antes ser passada pelo crivo da Palavra de Deus. Quem ensinou que nossas experiencias, sejam elas místicas ou não, podem estar acima da Palavra? Isto é, se ela realmente sonhou. Se não, cuidado maridão!!!!!(Bom, dizer o que a um marido como estes, que aceita uma situação como estas, dizendo estar fazendo a vontade de Deus??)

3- Fica aqui a minha manifestação de reconhecimento ao jornalista que conduziu a entrevista e a reportagem. Você não se deixou levar pela tentação de criticar um seguimento religioso sem antes avaliar os fatos. Seu exemplo deveria ser seguido pela midia, se assim fosse teríamos mais justiça em relação a outros casos envolvendo evangélicos, que infelizmente acabaram sendo veículados com a intenção de denegrir a imagem do movimento evangélico brasileiro, e não de informar com isenção.

4- Pastor Macenas, o meu desejo é que todos os brasileiros que assistiram o seu conselho o levem a sério e pratiquem-o para que situações constrangedoras como estas não ocorram mais.

5- E, que você meu amigo visitante deste blog continue atento. Estamos vivendo os últimos dias, e por mais bizarra que sejam as crendices, os movimentos, as idéias humanas e diabólicas apregoadas, sempre haverá possibilidade de encontrarmos os desavisados envolvidos, portanto, zele pela sua fé. Batalhe pela sua fé. E aceite o conselho de Paulo: "..destes, afasta-te".

Batalhando pela genuína Fé Cristã,
Sidnei Moura

14.12.07

NATAL 2007


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A Data do Nascimento do Menino Jesus

>>Ano 320 – instituição oficial do natal

Hoje, a data aceita mundialmente para as festividades natalina, é 25 de dezembro. Mas nem sempre foi assim.
Nem mesmo os autores dos Evangelhos bíblicos estavam muito certos da data do nascimento de Jesus. Por exemplo, das declarações no Evangelho de São Mateus encontramos escrito que Jesus nasceu nos tempos do Rei Herodes, enquanto no Evangelho de São Lucas consta que Ele nascera quando Cirênio era governador da Síria, ou mais tarde. Estas duas declarações nos oferecem tema para discussão pois o reinado de Herodes terminou em 4 a.C. e as autoridades bíblicas declaram que o governo de Cirênio foi de 4 a.C. a 1 a.C. e, posteriormente, a 6 A.D.. Outro ponto controverso é a diferença em relação às datas em que se teria realizado o recensiamento de população realizado pelo Imperador romano Augusto, cujo ano é comumente aceito como o do nascimente de Jesus.

Portanto, seria muito difícil para qualquer pessoa elaborar um calendário capaz de dar a data certa do nascimento de Jesus. Até mesmo os Santos Patriarcas da Igreja bem como eminentes autoridades eclesiáticas, por muitos séculos, não conseguiram fixar com exatidão a data de seu nascimento. Os cristãos primitivos celebravam a Natividade com um grande festival em maio, ou, por vezes, em abril e, em outras ocasiões em janeiro. Algumas das mais antigas tradições da Igreja fixavam, em definitivo, o 20 de maio como a data certa, enquanto outras insistiam em fixá-la a 19 ou 20 de abril.

Hoje, nós já temos o apoio da Ciência para a confirmação dos dados apresentados. O astrônomo britânico Colin Humprey, professor da Universidade de Cambridge, afirmou em 1991que a conhecida Estrela de Belém, registrada com absoluta precisão pelos antigos astrônomos chineses, teria sido um cometa. Baseando-se nos seus cálculos, o cometa teria passado pela órbita da Terra 5 anos antes do início da Era Cristã. Apoiando-se nos relatos bíblicos, Humprey concluiu que o nascimento de Jesus ocorreu em abril, provavelmente entre os dias 13 e 27.

É certo que, mesmo que seja comprovada a data exata de Seu nascimento, o 25 de dezembro deve continuar como a data oficial.


Grande parte do que é conhecido sobre a vida e os ensinamentos de Jesus é contado por cinco pequenos livros do Novo Testamento da Bíblia, designados por Evangelhos canônicos: Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, os Atos dos Apóstolos.

Esses Evangelhos narram os fatos mais importantes da vida de Jesus. Os Atos dos Apóstolos contam um pouco do que sucedeu nos 30 anos seguintes. As Epístolas (ou cartas) de Paulo também dizem alguma coisa sobre Jesus e algumas de suas palavras aparecem noutros lugares.

Notícias não-cristãs de Jesus e do tempo em que ele viveu encontram-se nos escritos de Josefo, que nasceu no ano 37 d.C.; nos de Plínio, o Moço, que escreveu por volta do ano 112; nos de Tácito, que escreveu por volta de 117; e nos de Suetônio, que escreveu por volta do ano 120. Todos eles escreveram sobre Jesus muitos anos após a morte dele.

Preparação para o nascimento e anunciação segundo Lucas

O trabalho da vida de Jesus na Terra, teria sido iniciado por João Batista. Zacarias, o pai de João, era um sacerdote judeu, enquanto a sua mãe, Isabel, era membro do ramo mais próspero do mesmo grande grupo familiar ao qual também pertencia Maria, a mãe de Jesus. Zacarias e Isabel, embora estivessem casados há muitos anos, não tinham filhos.

Levando em conta a datação do nascimento de Jesus (neste mesmo artigo), aconteceu que, algures no final do mês sexto, do ano 8 a.C., cerca de três meses após o casamento de José e Maria, Gabriel, certo dia, apareceu a Isabel, ao meio-dia, tal como mais tarde se apresentaria perante Maria. E Gabriel contou-lhe do nascimento do seu filho João e do nascimento de um menino esperado na sua parente Maria.

Essa visão tocou Isabel profundamente, mas não falou da revelação a ninguém, excepto ao seu marido, até que posteriormente visitasse Maria, em princípios do segundo mês do seguinte.
Durante cinco meses, contudo, Isabel guardou aquele seu segredo até mesmo do marido. Quando contou a ele, sobre a visita de Gabriel, Zacarias permaneceu céptico e por semanas duvidou de toda a experiência, só consentindo em acreditar na visita de Gabriel à sua esposa, e sem maior entusiasmo, quando não mais podia duvidar de que ela esperava uma criança. Zacarias ficou muito perplexo com a maternidade próxima de Isabel, mas não duvidava da integridade da sua esposa, apesar da idade avançada dele. E, apenas seis semanas antes do nascimento de João, é que Zacarias, em consequência de um sonho impressionante, tornou-se plenamente convencido de que Isabel estava para tornar-se a mãe de um filho do destino, aquele que iria preparar o caminho para a vinda do Messias.

Gabriel apareceu para Maria por volta de meados do décimo primeiro mês, do ano 8 a.C., no momento em que ela estava trabalhando na sua casa em Nazaré. Mais tarde, após Maria ter sabido que era certo que estava para ser mãe, ela persuadiu José a deixá-la viajar à cidade de Judá, a sete quilómetros a oeste de Jerusalém, nas montanhas, para visitar Isabel.

Gabriel tinha informado a cada uma dessas duas futuras mães sobre a sua aparição à outra. Naturalmente elas estavam ansiosas para encontrar-se, para compartilhar as suas experiências, e para falar sobre os prováveis futuros dos seus filhos. Maria permaneceu com a sua prima distante por três semanas. Isabel fez muito para fortalecer a fé de Maria na visão de Gabriel, de modo que ela voltou para a sua casa mais plenamente dedicada ao chamado de ser mãe do menino predestinado, a quem ela, muito em breve, iria apresentar ao mundo como um bebé indefeso, uma criança comum e normal deste reino.

João nasceu na cidade de Judá, perto dos 25 do terceiro mês, do ano 7 a.C. Zacarias e Isabel rejubilaram-se grandemente com o facto de que um filho tivesse vindo para eles como Gabriel tinha prometido.

Ao oitavo dia, quando apresentaram a criança para a circuncisão, eles o baptizaram formalmente como João, exactamente como se lhes tinha sido ordenado. E logo um sobrinho de Zacarias partiu para Nazaré, levando até Maria a mensagem de Isabel, proclamando o nascimento de um filho cujo nome seria João.

Desde a mais tenra infância os pais inculcaram em João a ideia de que ele cresceria e tornar-se-ia um líder espiritual e um mestre religioso. E o solo do coração de João sempre foi sensível a essas sementes sugestivas.

O Nascimento

Jesus nasceu durante a vida de Herodes, o Grande, que os romanos haviam designado para governar a Judéia. Os calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido Jesus, mas as pessoas que fizeram essa contagem equivocaram-se com as datas: Herodes morreu no ano 4 a.C., de modo que Jesus nasceu 3 anos antes, a quando dos censos do povo Judeu, que ocorreu, exactamente, 1 ano após os censos dos outros povos também subjugados ao poder Romano.

Estes censos ocorreram para facilitar aos Romanos a contagem do povo e a respectiva cobrança dos impostos. Os Judeus sempre se opuseram a qualquer tentativa de contagem, por essa razão, esta ocorreu um ano depois de ter ocorrido nos povos vizinhos. Desde o séc. IV, os cristãos festejam o Natal, ou nascimento de Cristo, no dia 25 de dezembro. Esta foi uma adaptação das festas ao deus Sol dos povos pagãos, adquirida pelos Romanos. A data real ainda é incerta, ver mais adiante.

Maria foi a mãe de Jesus. Ela e o carpinteiro José, seu marido, moravam em Nazaré, uma cidade da província da Galiléia, no norte da Palestina. O Evangelho de Lucas conta que o arcanjo Gabriel apareceu a Maria e anunciou que ela ia dar à luz o filho de Deus, o prometido Messias. Algum tempo antes de Jesus nascer, Maria e José foram a Belém, a fim de terem seus nomes registrados em um recenseamento. Belém era uma pequena cidade do sul da Judéia. Maria e José encontraram abrigo num estábulo, e foi aí que Jesus nasceu. Maria fez de uma manjedoura o berço para ele.

Os Evangelhos falam de pastores que, perto de Belém, viram anjos no céu e os ouviram cantar: "Glória a Deus nas alturas e, na Terra, paz e boa vontade entre os homens (Lucas 2:14). Algumas traduções da Bíblia dizem: paz na Terra aos homens de boa vontade. Outra história diz que vieram sábios do Oriente para ver o Messias recém-nascido. A princípio perguntaram por ele na corte de Herodes. Mais tarde puderam localizá-lo, seguindo até Belém a luz de uma estrela. Trouxeram a Jesus oferendas de ouro, incenso e mirra.

Herodes pedira-lhes que voltassem para informá-lo quando tivessem encontrado o menino, mas eles não fizeram isso. Herodes tomou-se de fúria e, com medo desse novo rei dos judeus, mandou que fossem mortos todos os meninos de Belém que tivessem dois anos de idade ou menos. Um anjo apareceu a José, em sonho, e o preveniu. José fugiu então para o Egito, com Maria e o menino Jesus. Só retornaram a Nazaré depois da morte de Herodes.

Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.



As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Nazaré e entregarem os presentes ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam desmontar as árvores e outras decorações natalinas em até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram moram na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois além de decorar, representam um símbolo de alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco.
A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.

Fonte: Wikipedia
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