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Mostrando postagens com o rótulo Israel

Deus não é genocida

Sostenes Lima Uma boa parte dos cristãos, ancorada numa interpretação ideologizada e equivocada da bíblia, sempre foi simpática, conivente e, em alguns casos, cooperadora com as ações genocidas de Israel, como a que está em curso no momento. São muitos os cristãos que, sem ativar o menor senso ético, concebem as batalhas de guerra dos hebreus, registradas no Antigo Testamento, em especial nos livros de Josué, Juízes, I e II Samuel, I e II Reis e I e II Crônicas, como sendo ordenadas e sancionadas por Deus. Algumas dessas batalhas, massacres para ser mais preciso, são comumente citadas em sermões, como exemplos do cuidado e provisão de Deus para com aqueles que lhe são fiéis.  É muito comum ver pregadores citando as ações militares de Josué (algumas delas com conteúdo claramente impróprio para crianças) sem sentir o menor constrangimento ético. Invasões e expedições de horror, abertamente genocidas, como as de Josué[1], são normalmente interpretadas, por correntes fund...

O Vaticano e a responsabilização dos judeus pela morte de Cristo

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Jesus é interrogado por Pilatos Uma decisão histórica tomada pelo papa Bento XVI no dia de ontem (03/03) sobre a responsabilidade dos judeus pela morte de Cristo chamou a atenção da comunidade internacional, de cristãos e de judeus ao redor do mundo. Em uma declaração oficial, o Vaticano divulgou em nota que, após reflexão baseada nos textos dos evangelhos, Bento XVI chegou a conclusão de que não há apoio teológico para a responsabilização do povo judeu pela crucificação, sofrimento e morte de Jesus Cristo, tese defendida arduamente pela igreja católica até o ano de 1965, mas que foi totalmente rejeitada agora em texto publicado pelo papa em um documento que será transformado em livro e publicado em 7 idiomas em todo o mundo. Trata-se de um tratado de reflexões sobre vida, sofrimento e paixão de Cristo, e de  acordo com o texto, embora os líderes religiosos da época tenham entregado Cristo a morte, o povo judeu como um todo não pode ser teologicamente responsabilizado pela mor...

Recordações da terrível Kristallnacht - a Noite dos Cristais

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“Eu me lembro de tudo”. Com esta resposta objetiva e curta, Ernesto Strauss, 81 anos, sintetiza as suas memórias da fatídica Kristallnacht . Ele tinha então 12 anos e vivia com seus pais e um irmão em Frankfurt. Seus tios-avós maternos e paternos também moravam na cidade. Segundo Strauss, a Kristallnacht foi um marco na vida dos judeus na Alemanha. Até então, apesar de todas as dificuldades e da perseguição crescente – ele mesmo deixou de freqüentar a escola pública por causa do anti-semitismo e da discriminação que sofria por parte dos professores e alunos – havia certa normalidade no dia-a-dia dos judeus. Sobre aquele período, Strauss ainda lembra que, quando tinha sete anos, um de seus professores, do qual ele muito gostava, tornou-se membro do Partido Nacional Socialista e, a partir daí, começou a incitar cada vez mais os alunos contra os judeus. “Um dia, apanhei tanto de toda a classe que, ao chegar em casa, disse à minha mãe que não voltaria lá. Como morávamos longe da escola...

A verdade sobre o incidente da flotilha de Gaza

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Depois de uma semana de "badalação" da imprensa mundial sobre o incidente ocorrido em águas internacionais em relação a suposta flotilha de ajuda humanitária, a verdade sobre os fatos ocorridos estão sendo mostradas de forma clara e convincente. Vídeos e fatos mostram que a tripulação do navio Marmara não tinha fins pacíficos e que o confronto com forças israelenses foi provocado por "ativistas" armados. Confira matéria completa com informações precisas, fotos e vídeos sobre a verdade dos fatos no site BethShalom

ISRAEL- 62 anos de restauração da soberania judaica

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14 DE MAIO - INDEPENDÊNCIA DE ISRAEL O dia da Independência de Israel celebra um duplo milagre na vida do povo judeu. O primeiro milagre é a restauração da soberania judaica. Não conheço outro exemplo na história das nações em que um povo disperso, praticamente deixado à morte, foi capaz de reafirmar a sua vida nacional. O segundo milagre é o que temos feito desde a criação do Estado judeu. Israel está se tornando rapidamente uma potência econômica regional e uma das principais potências do mundo tecnológico. Todo o poder da criatividade e da genialidade do povo judeu está brotando nas mais diversas áreas: na ciência, na tecnologia, na medicina, nas artes. Esta incrível manifestação de criatividade promete um grande futuro para o povo judeu e para toda a humanidade. Este duplo milagre é um testemunho da força de vida do povo judeu. É um testamento aos sentimentos profundos de esperança que levamos dentro de nós e para a conexão profunda que temos tanto com o nosso passado como ...

"... Sempre há uma chama de esperança... ela não se apaga, jamais!"

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Era uma noite gelada de inverno em um orfanato na Polônia, logo após a segunda Guerra Mundial. Crianças de todas as idades estavam em volta de uma chanuquiá e cantavam em iídishe. todas menos uma, "rosa", que tinha 5 anos e falava apenas polonês. não sabia onde nascera nem de que família vinha. A própria existência desses órfãos era um milagre, pois somente uma em cada cem crianças judias polonesas conseguira escapar da fúria assassina nazista. As do orfanato tinham uma única esperança: que alguém da família viesse buscá-las para as levar para casa. Mas ninguém nunca veio atrás de Rosa. Em 1947, um casal de judeus foi até o orfanato e a adotou. Eles a tratavam com carinho, mas a felicidade da criança pouco durou. Quando sua nova mãe descobriu estar grávida, devolveu Rosa ao orfanato. Um ano depois, um outro casal de mais idade adotou a menina. Eles a tratavam como filha. Mas durante longas noites ela ficava acordada, pensando, ansiando por alguma pista sobre seus pais bioló...

Convivência pacífica: o exemplo de mulheres palestinas e judias

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E m   c o n s e q ü ê n c i a   do ataque de um terrorista-suicida palestino, uma senhora judia e uma jovem palestina tornaram-se grandes amigas: A palestina israelense Nahalah Assad (atualmente com 31 anos) não quer desperdiçar seu tempo com ódio, apesar de ter – segundo ela – muitos motivos: pelo terrorista palestino que se explodiu ao seu lado em 1994 e a feriu gravemente; pelos homens da sua aldeia árabe de Iksel, que decidiram que ela não seria apta a casar por causa dos seus ferimentos e cicatrizes; pelos deputados árabes na Knesset (Parlamento), que não vieram visitá-la no hospital durante sua convalescença. Nahalah também perdeu sua melhor amiga, Fadiah, quando o terrorista explodiu seu automóvel junto ao ponto de ônibus em que elas se encontravam, matando 13 pessoas, entre judeus e árabes. Até hoje o pai de Nahalah a leva de automóvel para onde sua filha precisa ir, pois ela teme andar nos ônibus israelenses. Hoje Nahalah é casada e tem dois filhos. O q...

O Natal foi celebrado pela igreja primitiva?

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E m 25 de Kislev (dezembro) do ano 164 a.EC, Israel vence uma grande e dura batalha. Sob a Liderança dos Macabeus, os judeus venceram os dominadores gregos que tentavam impôr sua cultura e costumes religiosos. O Templo havia sido saqueado e o altar tinha sido profanado pelo rei selêucida Antíoco Epifânio, no entanto, a vitória dos judeus sob seus exércitos lhes deram o direito de novamente ter o Templo em suas mãos. A dedicação do altar restaurado aconteceu exatamente no dia 25 de Kislev, na mesma data em que três anos antes ele havia sido profanado por sacrifícios pagãos. O Templo teve de ser purificado, e sofreu alguns reparos, a fim de que estivesse em perfeitas condições para que fosse realizada a reconsagração do lugar. A alegria dos judeus foi eufórica, e assim decidiu-se pela realização de uma festa de dedicação, que se estenderia por oito dias, que tivesse suas características próprias, embora semelhantes a Festas dos Tabernáculos. Como conseqüência da representação do fo...

Ahmadinejad e o direito a existência do estado de Israel

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O polêmico presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, que tem chegada  prevista ao Brasil na próxima segunda-feira quando será recepcionado pelo governo brasileiro atendendo a um convite pessoal de Lula e do chanceler Celso Amorim, foi entrevistado pelo apresentador do Jornal da Globo  da Rede Globo de Televisão William Waack, e foi veiculada nessa sexta-feira em rede nacional. Na entrevista cedida no palácio do Governo Iraniano em Teerã, Ahmadinejad falou sobre uma possível parceria brasileira em projetos nucleares , declarou sua amizade com Lula e respondeu aos questionamentos de William Waack sobre sua posição sobre homossexualismo, sobre o estado de Israel e sobre o Holocausto. Confira a entrevista: Como podemos observar na entrevista, Ahmadinejad embora num tom ameno, fez questão de criticar e de questionar o direito da existência do estado de Israel em sua própria terra, sua propriedade particular há milênios ao perguntar “Onde aconteceu o holocausto”.  A g...

Discurso de Serra na recepção do presidente de Israel

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O terror não é nosso interlocutor Saudação ao presidente do Estado de Israel, Shimon Peres, em 12/11/2009 Tenho a honra de dar as boas vindas a Sua Excelência Shimon Peres, Presidente do Estado de Israel, em nome do Estado de São Paulo e em meu nome pessoal. Não é todos os dias que uma cerimônia tão simples como esta vai além das formalidades e permite homenagear um estadista que personifica toda a história política de seu próprio país e que teve uma presença ativa em alguns dos principais momentos do século 20 e deste século. Seu envolvimento com a política e com a história do Oriente Médio começou em 1940, há quase 70 anos, com menos de vinte anos de idade, recém-chegado à Palestina, então sob mandato britânico. Naquele ano, Shimon Peres foi um dos fundadores do Kibbutz Alumot e eleito secretário de um movimento de juventude. Estamos na presença de um estadista que dedicou toda a sua vida a construir, defender e desenvolver o seu país, empenhando-se, ao mesmo tempo, em romper as barr...

Será possivel alcançar a verdadeira paz?

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"Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz" (Jr 6.14). "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão" (1 Ts 5.3). O s profetas e apóstolos estão de acordo. Pelos séculos afora, os homens falaram de paz enquanto faziam a guerra. Eles discursaram sobre utopias, enquanto reduziam a cinzas grandes cidades, e prometeram eras de paz, prosperidade e serenidade pessoal, enquanto observavam seu povo sendo vitimado por desnutrição e doenças. Para falar claramente, o curso da história humana tem sido uma longa série de promessas quebradas, ambições desfeitas e corpos ensangüentados. Ao longo de décadas repletas de desapontamento, proponentes da evolução social e política iludiram a si mesmos e ao seu público proclamando a ascensão a um grau mais alto na ordem da civilização, da paz e da prosperidade. Além disso, aleg...