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Filosofia e a Existência de Deus

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N os últimos tempos, o mercado literário tem sido inundado por títulos defendendo o ateísmo. Boa parte deles viraram best-sellers – caso de Deus, um delírio, de Richard Dawkins, o mais ruidoso lançamento recente nesta linha. Em pleno século 21, filósofos encontram novos argumentos para defender a existência do Todo-poderoso. Pode-se supor, à primeira vista, que seja impossível aos pensadores modernos defender intelectualmente a existência de Deus. Todavia, um exame rápido nos livros do próprio Dawkins, bem como de autores como Sam Harris e Christopher Hitchens, entre outros, revela que o chamado novo ateísmo não possui base intelectual e deixa de lado a revolução ocorrida na filosofia anglo-americana. Tais obras refletem mais a pseudociência de uma geração anterior do que retratam o cenário intelectual contemporâneo. O ápice cultural dessa geração aconteceu em 8 de abril de 1966. Naquela ocasião, o principal artigo da revista Time, um dos maiores semanários da imprensa americana, foi ...

Filosofia e a Existência de Deus

Nos últimos tempos, o mercado literário tem sido inundado por títulos defendendo o ateísmo. Boa parte deles viraram best-sellers – caso de Deus, um delírio , de Richard Dawkins, o mais ruidoso lançamento recente nesta linha. Em pleno século 21, filósofos encontram novos argumentos para defender a existência do Todo-poderoso. Pode-se supor, à primeira vista, que seja impossível aos pensadores modernos defender intelectualmente a existência de Deus. Todavia, um exame rápido nos livros do próprio Dawkins, bem como de autores como Sam Harris e Christopher Hitchens, entre outros, revela que o chamado novo ateísmo não possui base intelectual e deixa de lado a revolução ocorrida na filosofia anglo-americana. Tais obras refletem mais a pseudociência de uma geração anterior do que retratam o cenário intelectual contemporâneo. O ápice cultural dessa geração aconteceu em 8 de abril de 1966. Naquela ocasião, o principal artigo da revista Time, um dos maiores semanários da imprensa americana, foi ...

Superficialidade e Declínio

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S egundo o dicionário da língua portuguesa (1), superficialidade é um adjetivo que indica ou que se refere a superfície, que diz respeito a pouca ou nenhuma profundidade. Aplicando o termo ao cotidiano, poderíamos dizer que a superficialidade é o ato ou efeito de se viver uma vida leviana, sem reais propósitos, valorizando aquilo que é sobremaneira supérfluo ou excessivamente inútil. Em outras palavras, seria o descaso aquilo que possui real valor, o que pode levar o indivíduo a inversão de valores, o que é sobremaneira desagradável a qualquer indivíduo pelas conseqüências que produz. Refletindo sobre o termo em apreço, me veio a memória um registro bíblico que diz: “Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retém as águas.” (2) No texto bíblico citado, Jeremias faz menção da palavra de Deus a ele outorgada ao povo de Israel, que compromissados com a superficialidade religiosa naqueles dia...

Conhecimento Bíblico Resgata Valores Perdidos

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Autoridades Angolanas reconhecem potencial de juventude assembleiana no país para contribuir no resgate de valores perdidos da juventude da nação Wako Kungo - O director provincial da Juventude e Desportos, Manuel Rosa da Silva, apelou hoje (13/jan.) aos jovens da Igreja Assembleia de Deus Pentecostal para contribuírem na recuperação dos valores morais, perdidos devido à guerra. O responsável, que falava na abertura da segunda conferência provincial da juventude desta igreja, reconheceu que "o conhecimento bíblico serve de suporte para ajudar a resgatar os valores perdidos". "Temos que ter uma juventude sã e capaz de contribuir nas mais diversas tarefas para o desenvolvimento do país", frisou. Segundo Manuel da Silva, a igreja sempre teve um papel moralista, que se resume na boa educação, disse, acrescentando que "precisamos que continue a exercer esta árdua tarefa, para que tenhamos jovens prontos para a reconstrução nacional". A segunda conferência, qu...

Viver Intensamente

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E le era um cidadão soviético. Sua inteligência e capacidade de resolução rápida em situações embaraçosas chamou a atenção de oficiais da mais alta patente do governo soviético. Como qualquer outro cidadão soviético, Seigel estava disposto a dar a sua vida em favor de sua pátria, e acima de tudo, sua simpatia pelo comunismo soviético crescia cada vez mais. Assim, foi ele convidado pelo exercito de repressão religiosa a comandar as tropas responsáveis pela varredura em todo país em busca de cristãos que realizavam reuniões religiosas ainda que escondidas para alcançar outras vidas com a mensagem do evangelho, a fim de prender, torturar e até matar. Sentia-se realizado profissionalmente em ter sido reconhecido diante dos oficiais soviéticos, vivia uma vida de vícios, promiscuidade e aventuras, porém dentro de si não possuía verdadeira paz, pois sentia que algo faltava em seu ser. Foi em uma dessas varreduras pelo território soviético que fora avisado pelo serviço secreto da existência d...