2.5.09

A Visita de Ahmadinejad ao Brasil: O Passado e o Presente da Diplomacia Brasileira

No próximo dia 6 de maio, o Brasil estará recebendo a visita do presidente iraniano Mahmouhd Ahmadinejad, que virá ao país a convite do chanceler brasileiro Celso Amorim que recentemente esteve em Teerã em visita oficial ao líder iraniano.

Como é do conhecimento de todos, Ahmadinejad é atualmente a principal voz antissemita no mundo muçulmano. Como um dos grandes e ardentes defensores do chamado “Revisionismo Histórico”, chegando ao ponto de declarar que o holocausto é um mito, Ahmadinejad é organizador e patrocinador de exposições fotográficas e de charges que negam a execução de mais de seis milhões de judeus nos campos de concentração por Hitler na Segunda Guerra Mundial, organiza conferencias antisionistas [1], e é “herdeiro” de um governo patrocinador do terrorismo islâmico contra judeus, principalmente do Hamas e do Hizbollah, que desrespeita aos direitos humanos e reprime a liberdade de religião [2].

Na ocasião de comemoração do 18º aniversário da morte do aiatolá Khomeini, Ahmadinejad chegou ao ponto de declarar que “a contagem regressiva para a destruição do regime sionista (havia começado) nas mãos das crianças do Hizbollah (apoiados pelo Irã)”. Recentemente, em conferências em Teerã e em outras nações árabes, Ahmadinejad tem defendido a idéia de que o sionismo é um dos principais problemas do mundo, e que por isso Israel deve ser apagado do mapa. Ele também é responsável pela retomada do Projeto Nuclear iraniano de enriquecimento de urânio e por isso tem sido alvo de protestos na ONU e em países contrários ao projeto nuclear daquele país.

No dia 20 de abril, em uma conferência antirracismo realizada pela ONU em Genebra, Ahmadinejad causou indignação ao fazer fortíssimas declarações contra o estado judeu as vésperas do Dia de Recordação das Vítimas do Holocausto. Em seu discurso, Ahmadinejad declarou que "depois do fim da Segunda Guerra Mundial, eles (os aliados) recorreram a agressão militar para privar de terras uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu (...) Eles enviaram migrantes da Europa, dos Estados Unidos e do mundo do Holocausto para instaurar um governo racista na Palestina ocupada".

No meio da confusão causada pelo seu discurso, diplomatas dos Estados Unidos, Israel e da Europa abandonaram a conferência, no entanto os representantes brasileiros preferiram apreciar o discurso do amigo iraniano por cerca de trinta minutos. Horas depois, a mídia trazia a repercussão do discurso do líder iraniano vinda de todos os lados, criticando o seu comportamento racista em relação a Israel, entre eles, o próprio idealizador da conferência, o Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon, que declarou "Somos fracos, divididos e bloqueados por velhos clichês... Falamos de tolerância e de respeito mútuo, mas continuamos a apontar com o dedo e a formular as mesmas acusações dos últimos anos, ou mesmo das últimas décadas".[3]
Com a visita de Ahmadinejad ao Brasil confirmada, o governo israelense fez duras críticas a chancelaria brasileira.


Segundo informações, o governo israelense teria convocado o embaixador do Brasil em Tel-Aviv para protestar contra a visita de Ahmadinejad. A chanceler israelense para a América Latina Dorit Shavit deixou clara a insatisfação de seu governo com a decisão do Brasil de receber Ahmadinejad, que questiona o Holocausto e defende varrer do mapa o Estado judaico. Amorim fez questão de rebater as críticas do governo israelense, dizendo que o país é soberano para tomar as suas decisões, e que o Irã é um importante aliado comercial do Brasil. [4]

O fato da visita de Ahmadinejad ao Brasil não se constitui apenas como uma retribuição pela visita de Amorim a seu país: o fato configura-se como um comportamento adquirido pela diplomacia brasileira nos últimos seis anos que a tem direcionado por caminhos equivocados e completamente antagônicos ao seu passado diplomático de realizações espetaculares e que foram responsáveis pelo reconhecimento do Brasil como uma nação de posições benéficas e pacíficas em relação a toda humanidade.

O PASSADO BRILHANTE DA DIPLOMACIA BRASILEIRA: OSWALDO ARANHA, UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

Enquanto a atual diplomacia brasileira tem despontado no cenário mundial com atitudes inconvenientes, como o de conceder asilo político ao terrorista italiano Cesare Battisti, de condenar Israel pela sua autodefesa contra o Hamas, o reconhecimento das FARC como um simples partido político, e votou contra a condenação do massacre promovido por líderes muçulmanos no Sudão – cujos mortos já passaram de 300 mil [5], e agora a amizade com o líder iraniano que defende a extinção do estado judeu e nega o holocausto, há exatos 61 anos atrás um diplomata brasileiro lutou com unhas e dentes para que hoje o povo judeu possuísse a sua própria pátria. Trata-se de um cidadão gaucho de Alegrete por nome Oswaldo Aranha (foto).

Nascido em 15 de fevereiro de 1894, Aranha cresceu na zona rural no sul do país em uma fazenda de propriedade de seu pai. Em 1916 formou-se em Direito e realizou na Universidade de Sorbone especialização em Direito Internacional. Em1925 foi eleito prefeito de Alegrete , em 1927 foi eleito deputado estadual, depois a deputado federal. Foi Secretário de Interior e Justiça do Rio Grande do Sul, e depois no governo Getúlio Vargas tornou-se Ministro da Justiça e Negócios do Interior.

Em 1934 Aranha muda-se para Washington para exercer a função de Embaixador Brasileiro nos Estados Unidos. Depois, de volta ao Brasil em 1938 assume o cargo de Ministro das Relações Exteriores onde permaneceu até 1944, época em que realizou uma profunda reforma na diplomacia brasileira, dando ênfase a análise constante da situação mundial.

Em 1947 quando Gaspar Dutra o nomeou como chefe da Missão Brasileira junto a ONU na realização das Assembleias Gerais, Aranha dirigiu-se a Washington para participar de um seminário. Nessa ocasião, Leão Velloso então embaixador brasileiro nos EUA sofreu um derrame e veio a falecer, e Aranha foi indicado pelo governo brasileiro para ocupar a embaixada. Feito isso, Aranha foi eleito presidente da Assembleia Geral da ONU, e em seguida Secretário Geral, cargo para o qual foi reeleito em 1948. Aranha foi o responsável por inaugurar a primeira Sessão Especial de 1947, o que tornou-se tradição até hoje de um brasileiro ser o primeiro orador deste foro especial na ocasião de suas realizações

Como presidente da Assembleia Geral de 1947, Oswaldo Aranha se destacou pela sua efetiva e apaixonada participação na criação do estado Judeu. Aranha muito se esforçou em mostrar aos demais companheiros a necessidade do reconhecimento do povo judeu como nação com uma pátria com limites definidos como as demais nações devidamente reconhecidas tanto na presidência da Assembleia como nos bastidores. Após discurso dos países favoráveis a criação do estado judeu e dos contrários a sua criação, Aranha iniciou o processo de votação que culminou com 33 votos favoráveis (entre eles o Brasil) de um total de 57 países membros. Houve 13 votos contrários, entre eles o Irã, 10 abstenções e uma ausência

O dia nem amanhecera, e a boa notícia chegara a Palestina e em todo o mundo, produzindo grande euforia entre os judeus já instalados na palestina, além dos judeus na diáspora por todo o mundo. Seis meses depois, no dia 14 de maio de 1948 Israel declara a sua Independência. Na ocasião, o primeiro premiê Israelense David Ben-Gurion fez a seguinte declaração: “Apelamos ao povo judeu em toda Diáspora para ajudar os judeus de Eretz Israel nas tarefas de imigração e de construção e nos apoiarem na grande luta de realização do antigo sonho – a redenção de Israel”.

Aranha hoje é reconhecido em toda pátria judaica como um dos grandes heróis não judeus que lutaram pela causa de sua existência. No kibutz judaico de Bror Hayil até hoje estão expostos os documentos referentes a Assembleia Geral da ONU que reconheceu a partilha da palestina. Lá estão também documentários referentes a vida do diplomata brasileiro e o martelo do qual o mesmo se utilizou para declarar o “voto minerva” que juntamente com os 33 votos favoráveis deram veredicto a preparação para a criação do estado de Israel.


Em 2007, diversos festejos realizados em todo Israel em comemoração aos 60 anos da pátria sionista prestaram homenagens ao estadista brasileiro, que em 27 de janeiro de 1960, aos 66 anos de idade faleceu no Rio de Janeiro, deixando pra trás um legado brilhante na conquista dos menos favorecidos. Suas atitudes diplomáticas em relação a Israel e suas realizações frente a chancelaria brasileira é um exemplo a ser seguido. [6]

A DIPLOMACIA BRASILEIRA – PASSADO E PRESENTE

Como podemos observar, a posição ortodoxa, natural e acima de tudo racional da diplomacia brasileira é algo que infelizmente tornou-se coisa do passado. A compactuação com o mal nos nossos dias é tão avassaladora que o governo brasileiro insistiu com o governo Americano e com as nações Unidas para que se retirassem a definição de “Grupos Terroristas” do Hizbollah, Hamas e assemelhados, e agora recebe um líder cuja agenda política é compromissada com o terrorismo, com a produção de armas nucleares e com a negação de um fato histórico devidamente comprovado pelos sobreviventes, testemunhas e farta documentação.


Enquanto Israel estará comemorando o seu aniversário de independência trazendo a memória aqueles que pela sua causa lutaram, como Oswaldo Aranha, estaremos recebendo aquele que nos dias de hoje protagoniza a maior ameaça a existência do povo judeu – uma contradição grotesca! Como Aranha costumava dizer, “ A vida diplomática ou é uma devoção, ou uma vulgaridade.”

No congresso nacional, uma das primeiras vozes corajosas a se manifestar contra tal estado de coisas foi do deputado Federal Marcelo Itagiba (PMDB/RJ), que entre outras coisas lembrou a participação de Oswaldo Aranha, dando seu parecer e voto favorável a partilha na Assembléia da ONU em 1947, ajudando a viabilizar e criar o moderno Estado de Israel, coisa que Ahmadinejad - este que foi visitado pelo atual chanceler, Celso Amorim e será recebido pelo governo em Brasília, pretende apagar do mapa. O Deputado Itagiba recentemente apresentou projeto de lei que está em tramitação no congresso que prevê penas severas a qualquer pessoa, instituição ou movimento que negue a realidade do holocausto nazista, além de outras providências, relacionadas a questão da memória judaica do sofrimento durante os terríveis dias da 2ª. Guerra Mundial.

É preciso levar em conta que o Brasil nessa gestão diplomática nunca fez questão de gastar o seu tempo em manifestações diplomáticas com Israel, seu grande e talvez maior parceiro cultural e econômico no Oriente Médio, e tanto Lula como o próprio Amorim visitaram a região., mas fizeram questão de não comprometer sua agenda com Jerusalém. A situação é tão bizarra que Amorim em visita oficial a Ramallah na ocasião da entrega da Ajuda Humanitária no último confronto entre o Hamas e Israel passou por Israel e não teve encontros com oficiais israelenses [7]. Um caminho onde os valores e princípios estão sendo trocados por questões comerciais e econômicas, é extremamente lamentável. Um absurdo!

O VEREDICTO: APOIAR OU NÃO, EIS A QUESTÃO!

Há 2.500 anos por intermédio do profeta Zacarias, o Deus da Bíblia declarou: “Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para Judá durante o sítio contra Jerusalém... farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos” Esta é uma declaração surpreendente, pois além de afirmar que Jerusalém um dia seria foco da atenção mundial, ela diz que todos os vizinhos de Israel se uniriam para combatê-lo. Em outras palavras, o atual levante contra o direito de existência do estado judeu é uma realidade profetizada pelos profetas de Deus [8].

Como se não bastasse, desde a sua fundação, as Nações Unidas gastaram um terço de seu tempo ora deliberando e discutindo, ora condenando Israel. Mais de sessenta mil votos contrários e condenatórios foram dirigidos a Israel (entre eles votos brasileiros dessa gestão diplomática!), e como vimos na bíblia, isso não é mera coincidência!

Embora saibamos que as profecias bíblicas se cumprirão nos seus mínimos detalhes, como cristãos devemos apoiar ao povo judeu em seu direito de possuir sua própria pátria. Assim, repudiamos a amizade e aproximação brasileira com o líder iraniano em reconhecimento ao sofrimento dos judeus com seus ataques constantes a memória dos vitimados pelo holocausto e com as atuais ondas de violência patrocinadas pelo regime dos aiatolás iranianos que sob presidência de Mahmouhd Ahmadinejad tem levado o sentimento de ódio e repressão contra todos os judeus por onde tem passado. Esperamos que a visita de Ahmadinejad e suas prováveis declarações estejam restritas as questões comerciais e que em nosso solo Ahmadinejad não profira nenhuma afronta ou condenação contra a nação sionista, respeitando assim aos judeus que aqui vivem. E que o Itamaraty acorde, antes que seja tarde demais.


Sidnei Moura


Notas:

1.O Irã promoveu as conferências “Um Mundo sem Sionismo” (em outubro de 2005) e de questionamento do Holocausto (em dezembro de 2006, com a presença de destacados revisionistas e anti-semitas de todo o mundo). Há uma longa lista de declarações anti-israelenses dos líderes iranianos e, especialmente, de Ahmadinejad, em encontros e eventos: http://en.wikipedia.org/wiki/Mahmoud_Ahmadinejad_and_Israel - Acesso em 25 de abril de 2009.
2. É importante destacar que o que está em xeque aqui são as posições tomadas pelo governo iraniano representado pelo seu líder, e não o povo iraniano, que são as principais vítimas do governo dos aiatolás.
3. Folha de S. Paulo, 20 de abril de 2009
4. O Globo, 27 de abril de 2009
5. Mensageiro da Paz, Ano 79 - n° 1485 - Fevereiro de 2009
6. As informações biográficas de Oswaldo Aranha aqui mencionadas podem ser conferidas no site http://assisbrasil.org/joao/oswaldo.htm - Acesso em 30 de abril de 2009
7. Imagens utilizadas nesse post como também outras informações podem ser acessadas em http://www.deolhonamidia.org.br/Peticoes/mostraPeticao.asp?atual=true - Acesso em 30 de abril de 2009.
8. HUNT, Dave. O Dia do Juízo! Actual, 2007 Porto Alegre - RS - pg. 19 (Recomendo a leitura para se compreender as questões do Oriente Médio!)

2 comentários:

  1. Fiquei sabendo, nesse exato momento, que esse terrorista imbecil cancelou a sua visita à América do Sul, incluindo, evidentemente, o Brasil. Imagino o que esse capacho do nazismo, filho bastardo ideológico de adolf hitler (escrito assim mesmo, com letras minúsculas!)iria afirmar por aqui. Com certeza muita baboseira anti-semita, muita idiotice racista e, especialmente, altas doses de "aiatolices", pois ele herdou toda a mer...digo, toda a imundície ideológica, daquele assassino xiita do aiatolá khomeini (recuso-me a usar letras maiúsculas nesses nomes execrandos!). Parece que o nosso chanceler é muito moderninho e quer usar da política da "boa vizinhança", apesar do mahmouhd morar lá na Baixa da Égua (mas não na localidade conhecida como“Baixa da Égua”, representada pelo bloco carnavalesco Unidos da Baixa da Égua, aqui em Manaus!)!!! Só o fato daquele crápula sequer ousar em pisar em solo brasileiro, já se configura violação do túmulo de Graça Aranha, esse sim um diplomata honrado e de caráter, principal responsável pela assinatura da lei criando o Estado de Israel, em 1948. A visita dessa "coisa" é um insulto aos direitos humanos, não só dos judeus, mas de todas as outras religiões contrárias ao sistema religioso do terror, da covardia e da falta de coragem para enfrentar os inimigos de frente, arma contra arma, ferro contra ferro! Eles são muito corajosos para matar inocentes indefesos e desarmados em hotéis, restaurantes, ônibus, templos e locais pacíficos. Quando topam pela frente com os americanos armados até os dentes, a Swat ou o Comando Delta, borram as suas saias (porque não usam calças) e mijam em suas túnicas! O outro idiota, o saddam hussain (que se dizia sucessor de Nabucodonozor - esse nome sim, escrevo em maiúsculas, já que reconheceu o poder de Deus), arrotava tanta valentia diante de seus capachos, dizia que se suicidaria ou lutaria "até a última bala"; no entanto, foi encontrado escondido num buraco de ratos de sua espécie, se borrando todo de medo e não teve coragem de se defender, mostrando o covarde que realmente era. Acabou sendo enforcado pelo seu próprio povo e morreu em desonra, já que honra ele nunca teve mesmo! As ideologias kamikazes dos muçulmanos só funcionam na mente dos idiotas, que acreditam que ganharão lugar no paraíso, caso arrebentem as suas próprias fuças no meio de uma multidão de "infiéis", contrários ao seu sistema religioso sanguinário. Os líderes mesmo, esses não se matam (não são imbecis a esse ponto, nem tão trouxas!), apenas enviam os otários para morrerem em seu lugar. O bin laden, por exemplo, se já não bateu com o rabo nos currais eternos luciferianos, deve estar bem escondido em qualquer buraco por aí. Vez por outra, "aparece" vociferando contra os Estados Unidos e o resto do mundo livre, falando um monte daquilo que os gatos enterram! Mas pegar numa arma e encarar os americanos...cadê a coragem, mané? Ou será que ele não deseja receber de herança um planeta e mais 70 virgens como companhia? Será falta de viagra no paraíso muçulmano? Aqui no Amazonas nós temos toneladas e toneladas de açaí, que, além de saborosíssimo alimento, é muito indicado para "desabrochar"! Se bem que o problema talvez não seja exatamente esse, mas, sim, a quase impossibilidade de se encontrarem tantas virgens assim hoje em dia! E se esse cara está querendo vir ao Brasil procurar virgens para o seu harém, é bom tirar o seu camelinho da chuva (sim, porque no deserto eles preferem utilizar camelos), porque a coisa por aqui está ficando brava nesse sentido! Melhor que não venha mesmo. É uma despesa a menos, uma boca a menos e um estúpido a menos. Que tal trazerem para o Brasil os representantes dos Kibutz de Israel, com extremas habilidades de transformarem desertos em celeiros de produção de alimentos? Que tal aprendermos com quem consegue formar vinhedos no meio das pedras e que são doutores em hidroponia, o moderno sistema de produção de hortaliças todos os dias do ano? Não seria bem melhor termos relações diplomáticas irrestritas e amizade cordial com o povo que nos legou a lei e o conhecimento de Deus, além do próprio Senhor Jesus Cristo? Com a nação que foi o berço do Cristianismo? O povo donde surgiram benfeitores da humanidade, músicos, cientistas, inventores, escritores, vultos e heróis bíblicos, bem como detentores do prêmio Nobel da paz? Ninguém quer por aqui, déspotas como esse iraniano, que envergonha todos os árabes de respeito, que aqui convivem em harmonia com os judeus, e demais representantes de diversos povos residentes em nossa terra. Por aqui só temos um câncer para ser extirpado: o neo-nazismo racista, praticado por um bando de degenerados idiotas, psicopatas assassinos e pervertidos, alienados consumidores de álcool e drogas, desejosos de reviver a sanguinolenta barbárie do nazismo, loucos desvairados, querendo outra vez mergulhar o mundo num mar de sangue inocente. Oxalá tivessem a mesma coragem das tropas alemãs e enfrentassem a polícia de peito aberto! Queria ver até onde iria esse fascínio pela porcaria de seu líder, que se acovardou e, sem coragem de enfrentar os soldados aliados, deu um tiro em seu próprio chifre! Todos os terroristas são assim, fanfarrões e confiados na imbecilidade dos homens-bomba, que se esborracham e se ferram no lugar deles! Não queremos essa espécie de gente por aqui. Digo e repito: VÃO PRA BAIXA DA ÉGUA!!!

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  2. Só para esclarecer: sou neto de José Salomão e Ana Salomão (imigrantes judeus), já falecidos, e tenho entre meus amigos um chamado Jihad e outro chamado Nabib Najib, além de descendentes de libaneses, sírios e árabes, bem como judeus e descendentes de judeus. E sempre em perfeita harmonia. Aqui em Manaus, podemos freqüentar livremente a lanchonete Habbibs,o Clube Sírio Libanês, almoçar ou jantar em restaurantes de comida árabe, comprar ferragens no Hissa Abraim ou no comércio do Abraão, do Mamoud ou dos Abdala, sem nenhum problema. Aqui nós não temos a Faixa de Gaza. A única faixa famosa por aqui é a faixa preta do campeão mundial de Jiu-jitsu e vale-tudo Valid Ismail. Mas isso porque eu não luto Jiu-jitsu. Senão, ele iria apanhar muito! RSSSSSSSS!

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